Delcy Rodríguez diante da bandeira da Venezuela, com militares em continência ao fundo, em imagem ilustrativa.

Venezuela nomeia 12 novos generais após a captura de Nicolás Maduro

O governo da Venezuela anunciou nesta quinta-feira (22) a nomeação de 12 generais para cargos de liderança nas Forças Armadas, em um movimento que marca a reorganização militar após a captura do ex-presidente Nicolás Maduro.

A iniciativa foi formalizada por meio de um documento assinado pelo Ministério da Defesa e começou a questionar a estabilidade interna do país. Analistas veem as mudanças como parte de um esforço para consolidar o novo comando político e militar.

Reestruturação das Forças Armadas

A presidente interina Delcy Rodríguez promoveu a nomeação de 12 oficiais de alta patente para liderar zonas operacionais de defesa em várias regiões da Venezuela. Essas designações atingem 12 das 28 Zonas Operacionais de Defesa (ZODI) do país, sinalizando uma reconfiguração significativa na hierarquia das Forças Armadas. :contentReference[oaicite:1]{index=1}

Assinatura do Ministério da Defesa

O documento oficial que anunciou as nomeações leva a assinatura do ministro da Defesa, General Vladimir Padrino López. Embora o governo venezuelano ainda não tenha divulgado publicamente detalhes sobre os critérios de escolha, a medida reforça a autoridade do novo comando militar sob o governo de transição.

Repercussão interna e regional

As mudanças reverberaram dentro das estruturas de poder da Venezuela, com alguns oficiais de alta patente sendo realocados ou promovidos. Especialistas veem a reestruturação como uma tentativa de estabilizar o controle militar após o vácuo de poder causado pela captura de Maduro, mas também como um sinal de possíveis tensões nas relações entre diferentes comandos regionais.

Contexto político após a prisão de Maduro

A nomeação dos novos generais ocorre em um contexto de transição política após a captura de Nicolás Maduro por forças externas em operações recentes. Desde então, Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina e tem adotado medidas para consolidar seu governo e reorganizar as estruturas de segurança do país. Analistas observam que o quadro político venezuelano segue volátil, com desafios internos e pressão internacional influenciando decisões estratégicas.

Fontes (Referência das Informações): Revista Oeste; GP1.

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