Imagem ilustrativa do influenciador Ítalo Santos ao lado de um martelo judicial, simbolizando decisão da Justiça em processo criminal.

Hytalo Santos e o marido são condenados por exploração sexual de adolescentes

A Justiça da Paraíba condenou o influenciador digital Hytalo Santos e seu marido, Israel Nata Vicente, conhecidos nas redes, por exploração sexual de adolescentes.

Hytalo recebeu pena de 11 anos e 4 meses de prisão, e o companheiro foi sentenciado a 8 anos e 10 meses. A defesa anunciou que vai recorrer da decisão judicial.

Sentença judicial e penas estabelecidas

O juiz responsável pelo caso proferiu a sentença no último domingo, determinando penas de prisão em regime fechado para os dois réus. Além da privação de liberdade, houve condenação ao pagamento de indenização por danos morais e multa calculada em dias-multa.

Contexto das acusações e produção de conteúdo

A decisão judicial apontou que os réus estavam envolvidos na produção e divulgação de conteúdo com conotação sexual envolvendo adolescentes, veiculado em plataformas como Instagram e YouTube. Segundo a sentença, os menores eram expostos a situações de risco e vulnerabilidade por meio desses vídeos.

Investigação e repercussão do caso

A investigação que culminou na condenação teve início após denúncias e ampla repercussão na mídia, especialmente depois de conteúdo viral que chamou atenção para práticas impróprias envolvendo adolescentes e influenciadores. O caso chegou ao conhecimento do Ministério Público e da Justiça estadual da Paraíba.

Defesa anuncia recurso e contestação

Em nota, os advogados de Hytalo Santos e de Israel Vicente afirmaram que irão recorrer da decisão e contestaram alguns pontos da sentença, alegando que certos elementos apresentados nos autos não foram devidamente considerados pelo magistrado.

Prisão preventiva e medidas cautelares

A Justiça manteve a prisão preventiva de ambos os condenados, entendendo que a gravidade das acusações e o risco de reiteração justificam a continuidade da custódia. As instâncias superiores devem avaliar futuros pedidos de habeas corpus e recursos apresentados pela defesa.

Fonte (Referências das Informações): G1 (23/02/2026) e reportagens complementares citadas acima.

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