Vista aérea da região do Estreito de Ormuz próxima à cidade iraniana de Bandar Abbas, com navios cargueiros navegando no Golfo Pérsico.

Irã afirma que Estreito de Ormuz está fechado para EUA, Israel e países europeus

A Guarda Revolucionária do Irã declarou que o Estreito de Ormuz está fechado para embarcações ligadas aos Estados Unidos, Israel e países europeus.

Segundo autoridades iranianas, navios associados a esses países não devem atravessar a região. Caso ignorem o aviso e se aproximem da área, as embarcações poderão ser alvo de ataques. A declaração ocorre em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

Declaração partiu da Guarda Revolucionária

O anúncio foi feito por integrantes da Guarda Revolucionária Islâmica, força militar ligada diretamente ao governo iraniano. De acordo com o comunicado divulgado pela mídia estatal do país, o estreito está proibido para navios dos Estados Unidos, de Israel e de países europeus. Além disso, a advertência também inclui embarcações de aliados ou apoiadores dessas nações.

Ameaça envolve embarcações que tentarem atravessar a região

No comunicado oficial, autoridades iranianas afirmaram que navios desses países não devem tentar cruzar o estreito. Caso isso ocorra, segundo a declaração, as embarcações poderão ser atacadas pelas forças iranianas. A advertência faz parte de uma escalada retórica e militar que acompanha o avanço do conflito regional.

Estreito de Ormuz é rota estratégica para o petróleo

O Estreito de Ormuz é considerado uma das rotas marítimas mais importantes do planeta para o transporte de energia. Cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo passa diariamente pela região. Por isso, qualquer restrição ao tráfego no local pode afetar diretamente o mercado global de energia.

Tensão aumentou após ataques contra o Irã

A situação se intensificou após operações militares conduzidas contra alvos iranianos nos últimos dias. Em resposta, o Irã passou a emitir alertas e ameaças envolvendo rotas estratégicas e bases militares na região. Como consequência, o risco de interrupção no transporte de petróleo e de ampliação do conflito preocupa governos e mercados internacionais.

Fontes (Referências das Informações): CNN Brasil; Reuters; Agência Brasil.

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