O governo chinês lançou uma ação coordenada que resultou na prisão de pelo menos 30 pastores e membros da Igreja Zion em várias províncias.
Esta é considerada a ofensiva mais ampla contra cristãos em décadas, segundo veículos internacionais. Tal fato acende um grande sinal de alerta a respeito de liberdade religiosa no mundo, levantando questionamentos e apreensão.
Detenções simultâneas em múltiplas províncias
A operação teve início na quinta-feira (9) e ocorreu em locais como Pequim, Guangxi, Zhejiang e Shandong. Agentes do regime detiveram pastores e líderes da Igreja Zion, sob acusações que incluem “uso ilegal de redes de informação”.
Pastor fundador e interrogatórios de fiéis
Entre os presos está Ezra Jin Mingri, fundador da Zion, capturado em sua residência em Beihai, no sul do país. Segundo relato de porta-voz exilado, cerca de 150 fiéis foram interrogados e ao menos 20 líderes seguem detidos.
Repressão religiosa e reações internacionais
Organizações como ChinaAid consideram essa ação a maior onda de perseguição religiosa em quatro décadas. O governo chinês, por sua vez, defende que agiu dentro da lei e rejeita interferência externa. Já os Estados Unidos condenaram a detenção e exigem a soltura imediata dos líderes religiosos.
Fonte: R7 — “China lança maior operação contra cristãos em décadas e prende líderes evangélicos”

