A pesquisadora brasileira e professora acadêmica Tatiana Coelho de Sampaio criou uma proteína que mostrou potencial para restaurar a capacidade de andar em pessoas com tetraplegia.
O avanço científico abriga quase três décadas de trabalho da professora da UFRJ e abre uma nova fronteira na neurociência. Especialistas internacionais já sinalizam que a descoberta pode ser digna do Prêmio Nobel de Medicina.
Pesquisa de três décadas culmina em descoberta inédita
Após quase 30 anos de estudo, a professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) liderou a equipe que isolou uma proteína capaz de promover regeneração neural. Os experimentos em laboratório demonstraram que a aplicação da proteína restabeleceu funções motoras em modelos de tetraplegia. A comunidade científica internacional reagiu com entusiasmo aos resultados preliminares.
Como a proteína atua no organismo
Segundo a equipe de pesquisa, essa proteína atua no sistema nervoso central promovendo a reconexão de fibras nervosas danificadas. Essa reconexão é fundamental para recuperar movimentos que, em casos de lesão medular, chegam a ser permanentemente perdidos. Os mecanismos bioquímicos ainda estão sendo estudados para confirmação em humanos.
Testes iniciais em modelos animais
Os primeiros testes realizados em modelos animais demonstraram resultados promissores, com melhora significativa na locomoção dos indivíduos tratados. Os pesquisadores observaram que, mesmo em casos de lesão grave, a proteína foi capaz de reestabelecer circuitos neurais essenciais. Esses experimentos fortaleceram a hipótese de futuro uso terapêutico em humanos.
Repercussão internacional e Nobel de Medicina
Especialistas e instituições científicas no exterior já consideram a descoberta brasileira como uma das mais relevantes da década na área de neurociência. Alguns pesquisadores afirmaram que o impacto potencial da proteína na medicina regenerativa é enorme. Isso colocou a líder do estudo entre prováveis candidatos ao Prêmio Nobel de Medicina, caso os resultados sejam confirmados em testes clínicos.
Próximos passos e testes clínicos
A equipe da UFRJ está planejando as próximas etapas de pesquisa, incluindo protocolos de testes clínicos em humanos que dependem de autorizações éticas e financiamento. O cronograma ainda é preliminar, mas os cientistas esperam iniciar os primeiros ensaios já nos próximos anos. O avanço dependerá de parcerias internacionais e investimentos em biotecnologia.
Fonte (Referência das Informações): AMpost – https://ampost.com.br/brasil/cientista-brasileira-desenvolve-proteina-que-faz-pessoas-tetraplegicas-voltarem-a-andar-e-pode-ganhar-o-nobel-de-medicina/

