Um menino de 4 anos morreu após se afogar na piscina de um centro esportivo na zona oeste de São Paulo, em um trágico incidente que mobilizou equipes de socorro e a Polícia Civil.
A vítima, identificada como Bryan Adolfo Moraes Vicente, estava em um passeio de férias com outras crianças sob supervisão de monitores. As autoridades investigam as circunstâncias do caso para esclarecer responsabilidades e protocolos de segurança.
O que aconteceu no centro esportivo
O afogamento ocorreu no Centro Esportivo Municipal Edson Arantes do Nascimento, conhecido como Pelezão, enquanto a piscina estava aberta para uso recreativo. Segundo relatos de testemunhas, a criança foi encontrada boiando na água por uma banhista que frequentava o local. Inicialmente, a mulher pensou que o menino estivesse brincando, mas percebeu que ele estava desacordado e buscou ajuda imediatamente.
Contexto da visita das crianças
Bryan vivia em um abrigo municipal e estava no centro esportivo em um passeio de férias organizado pelos responsáveis do instituto. Ele estava acompanhado de outras oito crianças e monitores no momento do incidente. A presença de adultos responsáveis e a dinâmica do passeio estão entre os pontos que a polícia analisa na investigação.
Socorro e resposta das equipes
Após a descoberta do afogamento, equipes de socorro presentes no local foram acionadas de imediato para prestar socorro à criança. Contudo, apesar dos esforços, a vítima não resistiu e foi declarada morta no local pelos profissionais de emergência. Autoridades aguardarão os laudos periciais para entender o que ocorreu.
Investigação policial em andamento
A ocorrência foi registrada no 91º Distrito Policial (Ceasa) e está sendo investigada pela Polícia Civil, que requisitou exames ao Instituto Médico-Legal e ao Instituto de Criminalística. A apuração visa esclarecer se houve falhas nos protocolos de segurança e vigilância no espaço público. A investigação também pode apontar eventuais responsabilidades administrativas ou criminais.
Reações e contexto de segurança em espaços públicos
O caso reacende o debate sobre a vigilância e a segurança de crianças em locais públicos com estruturas aquáticas. Especialistas em segurança e representantes de instituições que atuam com crianças destacam a importância de medidas preventivas, como equipes de vigilância treinadas e protocolos rígidos de fiscalização para evitar tragédias semelhantes.
Fonte (Referência das Informações): Metropoles – https://www.metropoles.com/sao-paulo/menino-de-4-anos-morre-afogado-em-centro-esportivo-de-sao-paulo

