Israel matou Hajj Yusuf Ismail Hashem, comandante da unidade da Frente Sul do Hezbollah, em um ataque realizado em Beirute nesta quarta-feira.
Segundo as Forças de Defesa de Israel, tropas navais israelenses participaram da operação. O episódio amplia a tensão regional em meio à escalada entre Israel, Hezbollah e o eixo apoiado pelo Irã.
Quem era o comandante morto por Israel
De acordo com o Exército israelense, Hajj Yusuf Ismail Hashem comandava a unidade da Frente Sul do Hezbollah. Segundo as IDF, essa estrutura era “responsável por atividades terroristas contra civis israelenses” e por “operações de combate contra soldados das IDF” no sul do Líbano. Com isso, a morte do comandante atinge uma área considerada estratégica dentro da organização armada.
Como ocorreu o ataque em Beirute
Segundo as Forças de Defesa de Israel, “tropas navais israelenses realizaram um ataque em Beirute” e “eliminaram” Hashem. A operação foi anunciada nesta quarta-feira e coloca a capital libanesa novamente no centro das ações militares israelenses. Além disso, a ofensiva reforça o alcance operacional de Israel em meio ao agravamento do conflito regional.
Hezbollah já havia perdido outro nome importante
Hashem assumiu o posto depois da morte de seu antecessor, Ali Karaki, em um ataque israelense a Beirute em setembro de 2024. Na mesma ofensiva, também foi morto Hassan Nasrallah, então líder do Hezbollah. Dessa forma, a nova baixa amplia a pressão sobre a cadeia de comando do grupo libanês.
Escalada militar deixa mortos e feridos no Líbano
A CNN informa que Israel intensificou os ataques à capital libanesa durante a noite. Segundo o Ministério Público de Saúde do Líbano, ao menos nove pessoas morreram e 29 ficaram feridas. Os bombardeios se intensificaram desde 2 de março, após disparos de projéteis do Hezbollah contra Israel, em resposta a uma ação militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Fonte (Referência das Informações): CNN Brasil – https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/israel-mata-comandante-senior-do-hezbollah-no-libano/

