Montagem editorial gerada por IA com representação fotorrealística de Milly Lacombe à esquerda e cena simbólica de uma partida de voleibol à direita.

Milly Lacombe critica regra da CBV sobre Tifanny e afirma: “O vôlei brasileiro declara guerra a todas as mulheres”

A jornalista e colunista Milly Lacombe criticou a nova política de elegibilidade adotada pela Confederação Brasileira de Voleibol para as competições femininas nacionais.

Em artigo publicado no UOL, ela afirmou que “o vôlei brasileiro declara guerra a todas as mulheres” ao analisar os impactos da medida. A regra afeta diretamente a participação de atletas trans, como Tifanny Abreu, nas principais competições organizadas pela CBV.

Milly Lacombe critica novos critérios adotados pela CBV

Em coluna publicada no UOL, Milly Lacombe questionou a decisão da CBV de adotar critérios biológicos para definir a elegibilidade de atletas na categoria feminina. A jornalista argumenta que a medida representa uma tentativa institucional de determinar quem pode ser reconhecida como mulher dentro do esporte e sustenta que seus efeitos podem ir além das atletas trans. A frase “o vôlei brasileiro declara guerra a todas as mulheres” resume a avaliação apresentada por Milly em seu artigo de opinião.

Nova política afeta Tifanny Abreu nas competições nacionais

A CBV anunciou em 14 de agosto uma nova política para suas competições nacionais de quadra e praia. Pela norma, atletas da categoria feminina deverão apresentar teste genético com resultado negativo para o gene SRY, associado ao desenvolvimento sexual masculino. A mudança impacta diretamente Tifanny Abreu, atleta do Osasco e primeira mulher trans a disputar a elite do vôlei feminino brasileiro, especialmente em torneios como Superliga, Supercopa e Copa Brasil.

Tifanny segue liberada para disputar o Campeonato Paulista

Apesar da nova regra nacional, Tifanny permanece apta a disputar a atual edição do Campeonato Paulista. A Federação Paulista de Voleibol informou que o estadual começou antes da publicação da nova política da CBV e, por isso, continuará seguindo as regras vigentes no início da competição. O caso, portanto, mantém frentes distintas: de um lado, a decisão institucional da CBV para seus torneios nacionais; de outro, as críticas públicas feitas por Milly Lacombe e por outros nomes do esporte, além das manifestações da própria atleta e de seu clube.

Fontes: UOL e ge.

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