Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial mostra o ministro Alexandre de Moraes em ambiente simbólico do Supremo Tribunal Federal, utilizada para fins informativos.

Oposição protocola pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes após controvérsias no caso Banco Master

Parlamentares da oposição anunciaram um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A iniciativa surgiu após reportagens sobre reuniões do magistrado com o presidente do Banco Central. Contudo, o ministro negou qualquer atuação ligada ao Banco Master.

Origem da controvérsia envolvendo o Banco Master

A polêmica começou após a divulgação de encontros entre Moraes e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Entretanto, os encontros ocorreram durante a análise de temas ligados à legislação internacional. Além disso, a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB acabou vetada.

Posicionamento do ministro Alexandre de Moraes

Em nota oficial, Moraes afirmou que os encontros trataram exclusivamente da aplicação da Lei Magnitsky. Todavia, o ministro negou qualquer discussão sobre o Banco Master. Com isso, ele reforçou que não houve interferência em decisões financeiras.

Reação de parlamentares da oposição

Deputados e senadores anunciaram a intenção de protocolar o pedido de impeachment. Além disso, parlamentares defendem a abertura de uma CPI. Contudo, as lideranças afirmam que ainda avaliam a coleta de assinaturas.

Manifestação do Banco Central

O Banco Central confirmou a realização de reuniões institucionais com Moraes. Entretanto, a autarquia declarou que o Banco Master não integrou a pauta. Além disso, o órgão afirmou que os encontros tiveram caráter técnico.

Debate institucional e repercussão pública

Especialistas destacaram que diálogos institucionais são permitidos dentro da legalidade. Todavia, a transparência foi apontada como elemento essencial. Com isso, o caso passou a ser discutido no meio jurídico.

Tramitação do pedido no Senado

O pedido de impeachment deverá ser analisado pelo Senado Federal. Entretanto, a abertura do processo depende de decisão da presidência da Casa. Além disso, novas movimentações parlamentares são esperadas.

Fontes: CNN Brasil, Correio Braziliense, O Tempo, iG e veículos parceiros.

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