Uma policial militar de 32 anos foi encontrada morta com um tiro na cabeça, em circunstâncias que agora são investigadas.
Dias antes do ocorrido, ela enviou mensagens a familiares pedindo ajuda. Enquanto o marido afirma que se tratou de suicídio, parentes contestam a versão e relatam histórico de abusos.
Pedido de ajuda foi feito dias antes da morte
Segundo relatos da família, a policial enviou mensagens ao pai solicitando que fosse buscá-la. A frase “pai, vem me buscar” teria sido enviada poucos dias antes da morte. Além disso, familiares afirmam que a vítima demonstrava medo e preocupação com a própria segurança.
Versão apresentada pelo marido
O marido da policial, que é tenente-coronel da Polícia Militar, declarou que a esposa teria cometido suicídio. De acordo com ele, não houve participação de terceiros no ocorrido. Contudo, a versão apresentada é questionada por familiares da vítima.
Família contesta hipótese de suicídio
Parentes afirmam que a policial relatava episódios de controle e possíveis abusos no relacionamento. Segundo eles, a vítima pretendia sair de casa e reorganizar a vida. Entretanto, a família sustenta que ela não apresentava sinais compatíveis com intenção suicida.
Investigação busca esclarecer circunstâncias
O caso está sob apuração das autoridades competentes, que analisam elementos técnicos e depoimentos. Perícias devem esclarecer detalhes sobre a dinâmica do disparo. Dessa forma, a investigação pretende confirmar ou descartar as versões apresentadas até o momento.
Repercussão e acompanhamento do caso
A morte da policial gerou forte repercussão nas redes sociais e entre colegas de profissão. Enquanto isso, entidades acompanham o andamento do inquérito. Portanto, novas informações devem surgir conforme as diligências forem concluídas.
Fonte (Referência das Informações): G1 – Fantástico (23/02/2026).

