Detentos ligados a facções criminosas tomaram o controle de unidades prisionais na Guatemala e fizeram ao menos 46 reféns.
A ação ocorreu de forma coordenada, segundo autoridades locais. O episódio gerou forte tensão no sistema penitenciário e levou o governo a acionar forças de segurança para conter a crise.
Rebeliões ocorreram de forma simultânea
As rebeliões foram registradas em diferentes presídios do país, quase ao mesmo tempo. Com isso, agentes penitenciários e funcionários administrativos acabaram rendidos. De acordo com o governo, os presos bloquearam acessos internos e passaram a controlar setores estratégicos das unidades.
Gangues exigem privilégios no sistema prisional
Segundo autoridades, os detentos pertencem a gangues organizadas que exigem melhores condições e mais privilégios dentro das prisões. Entre as demandas, estariam flexibilizações no regime interno. Entretanto, o governo afirmou que não aceitará negociações sob ameaça.
Forças de segurança cercam os presídios
Após o início da crise, forças policiais e militares foram mobilizadas para cercar as unidades afetadas. Além disso, operações de contenção foram iniciadas para evitar fugas. As autoridades informaram que a prioridade é preservar a vida dos reféns.
Governo promete resposta firme
O governo guatemalteco declarou que o controle do sistema penitenciário será restabelecido. Contudo, destacou que ações criminosas não serão toleradas. As investigações seguem para identificar líderes da rebelião e possíveis falhas de segurança.
Fontes: CNN Brasil; autoridades da Guatemala.

