Uma investigação da Polícia Civil revelou detalhes perturbadores sobre a atuação de uma técnica de enfermagem acusada de participar da morte de pacientes em uma UTI no Distrito Federal.
Segundo os investigadores, a jovem demonstrava frieza extrema e satisfação com os óbitos. O caso ganhou repercussão nacional pela brutalidade e pelo perfil psicológico atribuído à suspeita.
Investigação aponta prazer e frieza nas mortes
De acordo com a apuração policial, a técnica de enfermagem relatava sentir prazer ao participar das mortes dos pacientes internados na UTI. Contudo, os investigadores afirmam que o comportamento indicava traços claros de psicopatia, com ausência de empatia e desprezo pela vida humana.
Atuação em grupo dentro do hospital
A Polícia Civil indica que a suspeita não agia sozinha. Entretanto, ela atuava como comparsa de outros profissionais de saúde, todos colegas de trabalho, que estariam envolvidos nas mortes ocorridas no Hospital Anchieta.
Pacientes vulneráveis eram os principais alvos
As vítimas eram, em sua maioria, pacientes em estado grave, internados na UTI e dependentes de cuidados intensivos. Segundo os investigadores, essa condição facilitava a ação criminosa, já que os óbitos poderiam ser confundidos com complicações clínicas.
Caso reacende debate sobre controle e fiscalização
O caso levantou questionamentos sobre falhas nos protocolos de fiscalização hospitalar e na avaliação psicológica de profissionais da saúde. Além disso, especialistas alertam para a necessidade de mecanismos mais rígidos de controle em ambientes de alta vulnerabilidade.
Fonte (Referência das Informações): Bacci Notícias – https://baccinoticias.com.br/tecnica-de-enfermagem-sentia-prazer-ao-matar-pacientes-em-uti-afirma-investigacao/

