A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu o inquérito sobre a arma apreendida com um segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro e não encontrou elementos para indiciá-lo no caso.
Segundo o relatório, Bolsonaro tinha registro válido da pistola e não havia restrição conhecida que impedisse a manutenção do armamento em sua residência. O servidor do GSI responsável pelo transporte da arma, porém, foi indiciado por porte ilegal, e o procedimento ainda será encaminhado ao Ministério Público.
Polícia Civil não vê conduta criminosa de Bolsonaro
De acordo com a conclusão da PC-DF, não foram identificados elementos que demonstrassem materialidade ou conduta dolosa por parte de Jair Bolsonaro. A investigação entendeu que não houve prática de crime relacionada à posse irregular da arma de fogo apreendida.
Registro válido afastou hipótese de irregularidade
O relatório destacou que a pistola possuía registro válido em nome do ex-presidente. A Polícia Civil também apontou que não havia restrições conhecidas que impedissem Bolsonaro de manter o armamento em casa, mesmo no período em que cumpre prisão domiciliar.
Servidor do GSI foi indiciado por porte ilegal
Embora Bolsonaro não tenha sido indiciado, o servidor do Gabinete de Segurança Institucional responsável por transportar a pistola foi enquadrado por porte ilegal de arma de fogo. Agora, o inquérito seguirá para análise do Ministério Público, que poderá concordar com o arquivamento em relação ao ex-presidente, pedir novas diligências ou apresentar outra manifestação.
Fonte: Diário 360 – https://diario360.com.br/2026/07/01/sem-conduta-criminosa-relatorio-da-pc-df-inocenta-jair-bolsonaro-no-caso-da-arma-apreendida/

