Retrato conceitual do presidente Lula diante de uma biblioteca institucional moderna, gerado por inteligência artificial para fins jornalísticos.

Surpreendente: governo Lula proíbe uso de linguagem neutra em órgãos públicos

De forma inesperada para muitos observadores, o governo federal editou norma que impede o uso da linguagem neutra na administração pública de todos os níveis.

Com essa decisão, união, estados e municípios exigem a redação conforme o vocabulário ortográfico da língua portuguesa. A iniciativa foi publicada no Diário Oficial e já mobiliza reação política e social.

Âmbito da medida e extensão territorial

A portaria torna obrigatória a adoção da norma culta em comunicados oficiais, vedando expressões como “todes” ou “amigues”. Ela vale para órgãos diretos e indiretos da União, bem como para secretarias estaduais, municipais e autarquias.

Justificativas do governo para a proibição

Segundo o texto oficial, o propósito é garantir clareza e acessibilidade às mensagens do poder público e evitar intermediários na comunicação com o cidadão. Além disso, a norma insere-se na lei que institui o uso da “linguagem simples” para tornar os textos mais diretos, curtos e compreensíveis.

Veto parcial e articulações legislativas

Apesar da sanção da lei, houve veto de artigo que obrigava cada órgão público a nomear um servidor específico para adaptar os textos, alegando o Planalto que a proposta era de iniciativa reservada ao Executivo. Essa articulação evidencia tensão no processo de aprovação e nas esferas de aplicação.

Reações políticas e repercussão ideológica

A decisão surpreende segmentos que esperavam de um governo de esquerda uma postura diferente sobre inclusão linguística. Para conservadores, a medida é comemorada como avanço da norma culta; para movimentos de gênero e linguagem, representa retrocesso ou restrição simbólica. A reação política no Congresso já se organiza em pautas de acompanhamento.

Impactos imediatos e desafios operacionais

A proibição coloca estados e municípios diante de ajustes nas comunicações oficiais, materiais educativos e avisos públicos. Especialistas em linguística e comunicação pública advertem que alterações bruscas podem gerar confusão ou falta de acessibilidade para determinados públicos. Por outro lado, o governo avalia que a padronização contribuirá para maior eficiência e economia administrativa.

Fonte (Referência): SBT News — “Governo Lula proíbe uso de linguagem neutra em órgãos públicos”.

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