Montagem editorial gerada por IA mostra Xi Jinping diante de um cenário urbano chinês e, ao lado, um trecho da bandeira da China, em alusão a notícia sobre a aplicação de penas máximas em casos extremos de abuso sexual contra crianças.

China mantém pena de morte para casos extremos de abuso sexual contra crianças

A Suprema Corte Popular da China mantém uma política de punição máxima para casos considerados extremamente graves de abuso sexual contra crianças.

A diretriz prevê aplicação da pena de morte em situações de elevada gravidade e afasta medidas de clemência nos casos enquadrados nesses critérios.

Suprema Corte reforça política de tolerância zero

Segundo informações divulgadas pela Tese Jurídica, a Suprema Corte Popular estabeleceu que condenados por abusos sexuais contra crianças classificados como de natureza “extremamente grave” e com consequências “extremamente severas” podem receber a pena capital. A orientação integra uma política de tolerância zero adotada pelo Judiciário chinês para situações consideradas de maior gravidade, com determinação para que os tribunais apliquem o rigor máximo previsto na legislação vigente.

Casos exemplares foram apresentados pelo Judiciário chinês

A divulgação da medida foi acompanhada pela apresentação de quatro processos considerados exemplares pelas autoridades chinesas. Entre eles, foram citadas condenações envolvendo violência sexual contra menores e outras circunstâncias de extrema gravidade. De acordo com o material divulgado, alguns dos réus receberam as punições mais severas previstas pelo sistema penal, reforçando a orientação adotada pela Suprema Corte para esse tipo de crime.

Tribunal aponta milhares de processos envolvendo menores

Dados apresentados pelo próprio Judiciário chinês indicam que, entre 2017 e junho de 2019, foram concluídos 8.332 processos relacionados a crimes sexuais contra menores no país. Segundo a instituição, o crescimento dos registros oficiais também estaria relacionado ao aumento das denúncias e à maior conscientização social sobre a proteção da infância. O tribunal sustenta que o endurecimento busca responder a condutas capazes de provocar danos físicos e psicológicos profundos às vítimas.

Decisões recentes reforçam aplicação das penas mais severas

Entre os casos mencionados pela publicação está o de um condenado executado após revisão e ratificação da Suprema Corte Popular, em processo envolvendo estupro de meninas menores de 14 anos e exploração sexual forçada. Para as autoridades chinesas, decisões desse tipo consolidam uma política de maior rigor contra abusos sexuais envolvendo crianças e adolescentes, especialmente em situações classificadas como de extrema gravidade.

Fonte: Tese Jurídica, com base em informações da Suprema Corte Popular da China.

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