Israel enviou uma delegação de busca, resgate e assistência humanitária à Colômbia após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o oeste do país.
A missão reúne especialistas preparados para atuar em operações emergenciais e chega em meio a um amplo esforço internacional para atender milhares de pessoas afetadas pelo desastre. O terremoto deixou centenas de mortos, milhares de feridos e provocou danos extensos em residências, hospitais, escolas e outras estruturas essenciais.
Delegação israelense reúne cerca de 80 integrantes
A missão enviada por Israel é formada por aproximadamente 80 integrantes e inclui representantes das Forças de Defesa de Israel, do Ministério da Defesa e do Ministério das Relações Exteriores. A equipe partiu da base aérea de Nevatim com equipamentos voltados a operações de busca, salvamento e assistência emergencial. A mobilização foi organizada após um pedido de apoio feito pela Colômbia diante da gravidade dos danos provocados pelo terremoto.
Terremoto deixou milhares de pessoas em situação de emergência
O tremor atingiu principalmente o oeste colombiano e provocou destruição em cidades e comunidades de diferentes regiões. Segundo balanços divulgados nesta sexta-feira, ao menos 285 pessoas morreram e quase 4 mil ficaram feridas, enquanto centenas ainda eram consideradas desaparecidas. Além das buscas por sobreviventes, autoridades enfrentam o desafio de oferecer abrigo, alimentação, atendimento médico e restabelecimento de serviços básicos para milhares de famílias afetadas.
Ajuda internacional amplia resposta humanitária na Colômbia
A delegação israelense integra uma mobilização internacional que envolve governos, organismos multilaterais e entidades humanitárias. Outros países e instituições também anunciaram recursos, equipes e suprimentos para apoiar a Colômbia nas etapas de resgate e recuperação. Em situações dessa dimensão, a cooperação internacional ajuda a ampliar a capacidade de resposta local e a atender comunidades que permanecem isoladas ou com acesso limitado a serviços essenciais.
Fontes: The Jerusalem Post, Reuters e Associated Press (AP).

